Home Data de criação : 09/03/05 Última atualização : 11/10/18 03:06 / 6 Artigos publicados

Educação e Tecnologia  (Ser Professor) escrito em domingo 15 março 2009 16:15

            Em tempos de tecnologia não posso deixar de ressaltar a importancia do professor e o meio virtual. Para que facilitamos a vida do educando, criou-se na sociedade moderna inúmeros meios de comunicação. Alguns deles confiáveis e de fácil acesso, como por exemplos os blogs. Neles além de fazer amigos podemos usá-los para postar conteúdos de utilidades sociais, o professor deve se modernizar para acomanhar de perto a evolução da Educação Moderna, não descartando a importancia do comparecimento presenciais nas salas de aula.

             O aprendizado não deve ser focado em uma área apenas, as disciplinas são focadas em pontos de vista de um curriculo, que por sua vez nada mais é que uma série estruturada de objetivos, o curriculo mostra o que deve-se aprender e não o pq deve-se aprender tais conteúdos. A escola deve mostrar ou pelo menos tentar ter a convivência agradável de todos os cidadãos, a permanência do aluno é fundamental para que se tenha uma sociedade mais justa. O professor deve sim preocupar-se com a evasão escolar.

             Educar pela pesquisa: aqui Pedro Demo diz " Educandos e Educador devem se tornar parceiros de trabalho, isso em realção a se ter mais pesquisa em sala de aula, o aluno deixa de ser objeto e passa a buscar respostas para suas dúvidas" Deve-se criar consciência crítica e contestar com iniciativa própria, a base da educação é a pesquisa, não a aula.

Professora Biol. Jânia Daniela Castro Stasiak

 

 

 

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Sophia  (Sophia) escrito em terça 10 março 2009 20:59

Blog de vidaverde :Vale Verde Biologia, Sophia

MEU AMOR***

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TODOS OS DIAS  (Aulas) escrito em terça 10 março 2009 19:38

Blog de vidaverde :Vale Verde Biologia, TODOS OS DIAS

A CADA MANHÃ, CONSIDERE ESSE DIA COMO DIA DE RENASCIMENTO

*TODOS OS DIAS DEVERIAM SER COMO O PRIMEIRO DIA DO ANO. AO DESPERTAR, VC DEVE ESTAR COM DISPOSIÇÃO TÃO RENOVADA E FELIZ A PONTO DE DESEJAR FELICIDADES A TODOS!

ABRAÇOS{#}

JÂNIA

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RUBEM ALVES  (Ser Professor) escrito em terça 10 março 2009 16:28

A FORMA ESCOLAR DA TORTURA

Eu fui vítima dele. Por causa dele odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho... Mas eles não convidavam nem a gorda e nem a magricela. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que as crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares. Mas nunca pensei sobre os sofrimentos que colegas infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todas as crianças e todos os adolescentes são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.

 “Bullying” é o nome dele. Fica o nome inglês porque não se encontrou palavra em nossa língua que seja capaz de dizer o que “bullying” diz. “Bully” é o valentão: um menino que, em virtude de sua força e de sua alma deformada pelo sadismo tem prazer em intimidar e bater nos mais fracos. Vez por outra as crianças e adolescentes brigam em virtude de desentendimentos. São brigas que têm uma razão. Acidentes. Acontecem e pronto. Não é possível fazer uma sociologia dessas brigas.  Depois da briga os briguentos podem fazer as pazes e se tornarem amigos de novo. Isso nada têm a ver com o “bullying”. No “bullying” um indivíduo, o valentão, ou um grupo de indivíduos, escolhe a sua vítima que vai ser o seu “saco de pancadas”. A razão? Nenhuma. Sadismo. Eles “não vão com a cara” da vítima. É preciso que a vítima seja fraca, que não saiba se defender. Se ela fosse forte e soubesse se defender a brincadeira não teria graça. A vítima é uma peteca: cada um bate e ela vai de um lado para outro sem reagir. Do “bulling” pode-se fazer uma sociologia porque envolve muitas pessoas e tem continuidade no tempo. A cada novo dia, ao se preparar para a escola, a vítima sabe o que a aguarda. Até agora tenho usado o artigo masculino – mas o “bullying” não é monopólio dos meninos. As meninas usam  outros tipos de força que não a força dos punhos. E o terrível é que a vítima sabe que não há jeito de fugir. Ela não conta aos pais, por vergonha e medo. Não conta aos professores porque sabe que isso só poderá tornar a violência dos colegas mais violenta ainda. Ela está condenada à solidão. E ao medo acrescenta-se o ódio. A vítima sonha com vingança. Deseja que seus algozes morram. Vez por outra ela toma providências para ver seu sonho realizado. As armas podem torná-la forte. 

Freqüentemente, entretanto, o “bullying” não se manifesta por meio de agressão física mas por meio de agressão verbal e atitudes. Isolamento, caçoada, apelidos.

Aprendemos dos animais. Um ratinho preso numa gaiola aprende logo. Uma alavanca lhe dá comida. Outra alavanca produz choques. Depois de dois choques o ratinho não mais tocará a alavanca que produz choques. Mas tocará a alavanca da comida sempre que tiver fome. As experiências de dor produzem afastamento. O ratinho continuará a não tocar a alavanca que produz choque ainda que os psicólogos que fazem o experimento tenham desligado o choque e tenham ligado a alavanca à comida. Experiências de dor bloqueiam o desejo de explorar. O fato é que o mundo do ratinho ficou ordenado. Ele sabe o que fazer. Imaginem agora que uns psicólogos sádicos resolvam submeter o ratinho a uma experiência de horror: ele levará choques em lugares e momentos imprevistos ainda que não toque nada. O ratinho está perdido. Ele não tem formas de organizar o seu mundo. Não há nada que ele possa fazer. Os seus desejos, eu imagino, seriam dois. Primeiro: destruir a gaiola, se pudesse,  e fugir. Isso não sendo possível, ele optaria pelo suicídio.

Edimar era um jovem tímido de 18 anos que vivia na cidade de Taiúva, no Estado de São Paulo. Seus colegas fizeram-no motivo de chacota porque ele era muito gordo.  Puseram-lhe os apelidos de “gordo”, “mongolóide”,  “elefante-cor-de-rosa” e “vinagrão”, por tomar vinagre de maçã todos os dias, no seu esforço para emagrecer. No dia 27 de janeiro de 2003 ele entrou na escola armado e atirou contra seis alunos, uma professora e o zelador, matando-se a seguir.

Luis Antônio, garoto de 11 anos. Mudando-se de Natal para Recife por causa do seu sotaque passou a ser objeto da violência de colegas. Batiam-lhe, empurravam-no, davam-lhe murros e chutes. Na manhã do dia fatídico, antes do início das aulas, apanhou de alguns meninos que o ameaçaram com a “hora da saída”. Por volta das dez e meia, saiu correndo da escola e nunca mais foi visto. Um corpo com características semelhantes ao dele, em estado de putrefação, foi conduzido ao IML para perícia.

Achei que seria próprio falar sobre o “bullying” na seqüência do meu artigo sobre o tato que se iniciou com esta afirmação: O tato é o sentido que marca, no corpo, a divisa entre Eros e Tânatos. É através do tato que o amor se realiza. É no lugar do tato que a tortura acontece. “Bullying” é a forma escolar da tortura.

 

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PELE  escrito em terça 10 março 2009 16:25

A pele é o maior órgão do corpo humano. É dividida em duas camadas: uma externa, a epiderme, e outra interna, a derme. A pele protege o corpo contra o calor, a luz e as infecções. Ela é também responsável pela regulação da temperatura do corpo, bem como pela reserva de água, vitamina D e gordura.

Embora o câncer de pele seja o tipo de câncer mais freqüente, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura.

SITE: http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=333

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